terça-feira, 15 de abril de 2014

Administrador gaúcho recebe primeira Certificação Profissional do CFA

Programa de certificação para administradores foi implantado pelo CFA em novembro de 2013

O Conselho Federal de Administração (CFA) entregou a primeira Certificação Profissional em Recursos Humanos ao Adm. Ricardo Antonio Gallina, em cerimônia realizada no dia 7 de abril, na sede do CRA-RS, em Porto Alegre.

Para o presidente do CFA, Adm. Sebastião Luiz de Mello a certificação servirá para uma autoavaliação profissional. "Poderíamos ter partido para um método que já é utilizado por outras profissões, os exames de proficiência, mas queríamos que o Administrador pudesse avaliar, voluntariamente, aquilo que aprendeu", explicou Mello. "O dia 07 de abril de 2014 tornou-se um marco no calendário oficial do Sistema CFA/CRAs".

O Administrador Ricardo Gallina recebeu o certificado das mãos do presidente do CFA e da presidente do CRA-RS. “Sinto-me honrado. Eu sempre sentia falta de algo que pudesse fortalecer a nossa profissão”, destacou.

Gallina possui especialização em Gestão de Pessoas, pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), é mestre em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atua como gerente de Recursos Humanos da empresa Sementes Roos, localizada no município de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul.


Certificação

O programa de certificação para administradores foi implantado pelo CFA em novembro de 2013. A medida vinha sendo estudada há anos. A proposta ganhou força após os resultados da pesquisa Perfil do Administrador, onde a maioria dos profissionais registrados sugeriu uma espécie de exame de ordem obrigatório para administradores.

A Certificação é opcional. Por ora, a avaliação é realizada apenas para a área de Recursos Humanos. Podem solicitar a Certificação os administradores e tecnólogos com Registro Profissional e cinco anos de experiência na área de RH.

“A adesão voluntária significa relevante evidência do grau de profissionalismo do mercado e contribuirá acentuadamente para o fortalecimento da imagem e credibilidade da profissão perante a sociedade em geral”, ressalta o presidente do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), Adm. Walter Sigollo.


Fonte: Portal Administradores
15/04/2014

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fiasco do Brasil vai muito além das obras da Copa, diz NYT

Jornal norte-americano destaca imensos projetos iniciados quando a economia brasileira crescia a altas taxas, e que agora estão abandonados, como a Transnordestina

Ponte em obra inacabada da ferrovia Transnordestina: por
meio de vídeo e fotos, NYT ilustra desolação em torno da obra
São Paulo – O Brasil corre para tentar estar pronto a tempo para receber a Copa do Mundo, em junho. Com todos os atrasos, mortes causadas em acidentes na construção de estádios e custos que extrapolam os valores previstos, o jornal The New York Times também destaca com pessimismo que as prometidas melhorias no transporte público só ficarão prontas bem depois que os jogos já tiverem terminado.

No entanto, a reportagem especial publicada no último sábado pelo jornal americano vai além dos já tão conhecidos problemas da Copa e aponta que as obras do mundial estão longe de serem os únicos elefantes brancos que comprovam o “fiasco” brasileiro no gasto de dinheiro público em infraestrutura.

Fotos desoladoras de construções inacabadas por todo o país ilustram a matéria, que cita como exemplo projetos milionários desenhados pelo arquiteto Oscar Niemeyer que, depois de prontos, estão agora abandonados em cidades como Natal e Brasília.

Usinas de energia eólica e até mesmo um museu de ufologia, construído com verbas públicas na cidade de Varginha (MG), também aparecem como exemplo deste fenômeno peculiar, que faz emergir as ruínas antes mesmo que o momento áureo possa acontecer.

“Os projetos para a Copa são apenas uma parte de um problema nacional bem maior, que está lançando uma cortina de fumaça nas grandes ambições do país: uma série de projetos luxuosos concebidos quando a economia estava em crescimento, encontram-se agora abandonados, estagnados ou descontroladamente acima do orçamento”, diz o jornal.

“Os empreendimentos pretendiam ajudar a impulsionar a ascensão aparentemente inexorável do Brasil. Mas agora que o país passa por uma ressaca pós-boom, eles estão expondo os líderes da nação à crítica fulminante, alimentando questionamentos sobre gastos desnecessários e incompetência, enquanto os serviços básicos para a população permanecem terríveis”, afirma outro trecho.


Transnordestina

O maior destaque da reportagem - retratado inclusive através de um vídeo complementar - é o faraônico projeto da Transnordestina, ferrovia que começou a ser criada em 2006 com o objetivo de escoar a produção de soja do interior do Nordeste para os portos do país.

O NYT aponta que o projeto, que inicialmente custaria US$ 1,8 bilhão e deveria ter sido entregue em 2010, tem agora orçamento estimado em pelo menos US$ 3,2 bilhões, sendo a maior parte do valor financiado por bancos públicos.

Ao visitar uma comunidade situada em Paulistana, no Piauí, a reportagem constata que as pontes inacabadas, ligadas por precárias estradas de terra, afetaram negativamente no modo de vida da população local.

Famílias foram retiradas de suas casas, e estas demolidas, e o aterramento necessário para as obras iniciais deixou o solo seco, acabando com o antigo local fértil de onde os moradores retiravam alimentos.

A conclusão do jornal é que houve “baixa compensação, comparada com as perdas sofridas por essa comunidade, fruto de uma obra que não trouxe retornos”.


Fonte: EXAME.com
14/04/2014

Segunda edição do Papo de Universitário acontece em maio

O encontro vai reunir jovens num debate interativo sobre a carreira profissional


Independente da área de atuação, o universitário encontra diariamente vários desafios, como a inserção no mercado de trabalho, desenvolvimento de habilidades sociais e tomadas de decisões que influenciam na sua vida profissional. E o Papo de Universitário – O Encontro – Ano 2 vai debater esse universo sobre empreendedorismo de maneira fácil e interativa nos dias 24 e 25 de maio, no Chevrolet Hall.

Promovido pelo Clube do Universitário, a segunda edição do evento traz o tema “Desafio universitário”, com 20 palestrantes. Grandes nomes do cenário nacional já foram confirmados, como o músico, compositor, escritor e empresário Gabriel O Pensador; o economista Max Gehringer; o escritor e jornalista Fabrício Carpinejar; o criador e editor do portal Adminitradores.com, Leandro Vieira; e o ex-capitão do Bope e um dos inspiradores do personagem Capitão Nascimento do filme Tropa de Elite, Paulo Storani.

“Os nomes dos palestrantes foram escolhidos a dedo visando a proposta de discutirmos a importância do comportamento empreendedor como diferencial competitivo”, afirma o idealizador do evento, Marcos Rodrigues. Mais de três mil pessoas são esperadas nos dois dias do encontro.

As inscrições para o Papo de Universitário – O Encontro – Ano 2 já podem ser feitas através do sitewww.clubedouniversitario.com. Todos os participantes receberão certificado de 20h para área premium e 36h para a VIP. Para a área premium, o valor da inscrição é de R$ 79 para estudantes e R$ 158 para profissionais. Para a área VIP, o valor é de R$ 99 e R$ 198, respectivamente.


SERVIÇO | PAPO DE UNIVERSITÁRIO – O ENCONTRO - ANO 2

Quando: 24 e 25 (sábado e domingo) de maio de 2014

Horários: das 9h às 19h20h (sábado) e das 9h às 19h40 (domingo)

Onde: Chevrolet Hall - Recife

Certificado: 20h/aula (premium), 36h/aula (VIP)

Inscrições: Área premium: R$ 79,00 (estudantes) e R$ 158,00 (profissionais). Área VIP: R$ 99,00 (estudante) e R$ 198,00 (profissionais)



Fonte: Portal Administradores
14/04/2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Começou a briga para aparecer na Copa do Mundo

A disputa para fazer barulho em torno da Copa já foi iniciada — tanto entre as patrocinadoras como para empresas que correm por fora. Nessa briga, vale quase tudo para ofuscar os concorrentes

Hyundai: prometeu ampliar a garantia dos veículos para seis anos se
o Brasil ganhar a Copa e lançou a campanha Hexagarantia Hyundai

São Paulo - Além de recordes menos lisonjeiros, como atraso nas obras e estouro no orçamento, a próxima Copa do Mundo somará a maior arrecadação de patrocínio da história da Fifa. Um time de 22 empresas investiu 1,4 bilhão de dólares para apoiar o evento — valor 10% maior do que o da edição anterior.

O salto é ainda maior no caso dos patrocinadores da seleção brasileira. Neste ano, 14 empresas arrecadaram 300 milhões de reais para apoiar oficialmente a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) — 67% mais em relação à última edição do evento. Nessa disputa para vincular o evento à própria marca, as empresas não medem esforços para ofuscar os rivais.

Uma mostra da temperatura do confronto surgiu em março, quando a montadora coreana Hyundai, patrocinadora da Fifa, criou a “hexagarantia”, para ampliar a garantia de seus veículos de cinco para seis anos se o Brasil vencesse, numa alusão ao hexacampeonato almejado pela seleção.

A campanha durou apenas dez dias no ar, até que a concorrente Volkswagen, que pagou 9 milhões de reais para ser a única montadora a ter direitos sobre atividades promocionais ligadas ao futebol brasileiro, pressionou a Confederação Brasileira de Futebol a notificar a concorrente. Procuradas, as montadoras não deram entrevista.

A Hyundai não foi a única a receber uma advertência da CBF. Desde 2013, a entidade notificou 33 anunciantes que usaram de forma indevida a imagem da seleção. É o dobro das ocorrências registradas na Copa da África do Sul, em 2010.

Em geral, o alerta consiste num pedido para tirar a campanha do ar e inclui a negociação extrajudicial de uma multa que pode chegar a até 600 000 reais. “Já esperávamos mais casos neste ano, com a realização da Copa no país”, diz Carlos Eugênio Lopes, diretor jurídico da CBF.

O embate se tornou especialmente aguerrido entre as companhias aéreas. Nesse setor, a única que tem os direitos de fazer referência explícita ao evento é a Gol, que em maio de 2013 comprou uma cota de valor estimado em 17 milhões de reais para ter exclusividade no deslocamento da delegação brasileira entre as 12 cidades-sede da Copa.

Mas, neste ano, antes que a empresa começasse a alardear o fato, uma rival se antecipou. No fim de março, a TAM veiculou um comercial com atletas brasileiros que jogam em times europeus, como os zagueiros Thiago Silva e David Luiz, pegando um avião da companhia para vir ao Brasil.

O filme enfatiza que a TAM é a única brasileira a voar para destinos como Londres e Paris. Até o fim desta edição, a CBF preparava a notificação da TAM, e a campanha continuava no ar. “A escalação oficial nem foi anunciada e não mencionamos a Copa”, afirma Eduardo Costa, diretor de marketing da TAM.

Outra concorrente, a Azul, também entrou no páreo ao pintar dois aviões com as cores da bandeira nacional, o mesmo que a Gol fez na Copa das Confederações, em 2013. “Neste ano, não há como não falar de futebol”, diz Gianfranco Panda, diretor de marca da Azul. Até agora, a empresa não recebeu advertências.


Emboscada

Tentar chamar a atenção pagando menos do que as patrocinadores oficiais é um artifício frequente em eventos esportivos dessa magnitude. Na Copa do Mundo de 2010, em Johannesburgo, a pequena cervejaria holandesa Bavaria, dona das marcas regionais Bavaria Holland e 86, usou a artimanha — conhecida como “emboscada” — ao levar 26 belas loiras vestidas com a cor do país portando bandeirolas com o logotipo da marca nas arquibancadas do estádio Soccer City.

Como a patrocinadora oficial do evento era a Budweiser, da cervejaria AB InBev, a ação foi reprimida por seguranças da Fifa. As mulheres foram retiradas do estádio, e o público descobriu que se tratava de uma jogada de marketing. Proibida, é verdade. Mas que gerou centenas de comentários na internet.

No mesmo torneio, a fabricante de artigos esportivos Nike, patrocinadora das seleções de Brasil, Holanda e Portugal, contornou a proibição de estampar sua marca nas arenas ao instalar um painel de 44 metros no alto de um prédio da capital da África do Sul com imagens de jogadores como o português Cristiano Ronaldo, visível do estádio.

A rival Adidas, apoiadora da Fifa, reclamou — mas não conseguiu enquadrar a artimanha como uma infração. Neste ano, as empresas trocaram os papéis. Desta vez, a incomodada é a Nike, que comunicou sua insatisfação à CBF com a camisa amarela que a Adidas criou para os torcedores do Palmeiras usarem em dias de jogos da seleção. Procuradas, as empresas não deram entrevista.

Alguns casos indicam que é possível chamar a atenção sem passar dos limites. A fabricante de roupas Lupo, que contratou o jogador Neymar há três anos, lançou neste ano a campanha “Cueca da Sorte” com o atacante. Por enquanto, manteve-se longe de polêmicas, sem fazer alusão ao evento.

O banco Bradesco também conseguiu criar uma campanha sem ferir os direitos de seu principal concorrente, o Itaú Unibanco, que pagou cerca de 300 milhões de reais para ser patrocinador tanto da seleção quanto da Copa. A estratégia do Bradesco foi comprar, há dois anos, o patrocínio da Olimpíada de 2016.

Desde então, mantém a campanha “Torcida BRA”, em alusão ao nome do banco e do país, intensificada neste ano. “Queremos nos aproximar dos esportes”, diz Jorge Nasser, diretor de marketing do Bradesco.

Dados mostram que quem corre por fora nem sempre se dá melhor. De acordo com uma pesquisa da consultoria Nielsen, realizada em dezembro, Itaú e Nestlé — as duas únicas que compraram cotas tanto da Fifa quanto da CBF — estão entre as dez empresas que os brasileiros mais relacionam ao evento.

Todas da lista são patrocinadoras. A primeira colocada é a Coca-Cola, apoiadora da Copa do Mundo desde 1978. “Essas empresas aproveitam todas as possibilidades que o evento oferece”, afirma Clarisse Setyon, professora de marketing esportivo da ESPM. Elas só não estão livres do ataque-surpresa das rivais.


Fonte: EXAME.com
Por: Renan França (09/04/2014)
11/04/2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Alunos e Professores do Curso de Bacharelado em Administração participaram da Feira do Empreendedor em Belo Horizonte

No último sábado, 05/04/2014, alunos e professores do Curso de Bacharelado em Administração participaram da Feira do Empreendedor 2014, realizada no Minascentro em Belo Horizonte.


Viabilizar novas histórias de sucesso é a missão da Feira do Empreendedor 2014, organizada pelo SEBRAE-MG. Em sua sexta edição, entre os dias 1º e 5 de abril, ofereceu mais de 400 atividades entre palestras, seminários e oficinas.

A Feira do Empreendedor em Minas Gerais - uma das mais bem avaliadas pelo SEBRAE Nacional segundo os critérios de Excelência em Gestão da Fundação Nacional da Qualidade - tratou de assuntos como acesso a tecnologias, crédito e mercados, ideias e promoção de negócios, orientação e capacitação profissional, além de oportunidades de identificação de clientes, fornecedores e parceiros comerciais.


Profissionais renomados abordaram temas como economia, tendências, cenário nacional e internacional, cultura, sociedade, comunicação e interatividade. Houve ainda seminários nas áreas de comércio, moda, educação, mulher empreendedora, esportes, franquias e design. Nas oficinas Aprendizado e Artesanais, a atividade manual foi apresentada e estimulada como fonte de renda e/ou aprimoramento.

E os participantes encontraram soluções para problemas específicos nas chamadas Clínicas Tecnológicas. Foi disponibilizado também o atendimento digital com os produtos e serviços oferecidos pelo SEBRAE Minas na Internet.



Mostra de Novas Ideias e Oportunidades de Negócios

Durante a Feira, aconteceu a Mostra de Novas Ideias e Oportunidades de Negócios, com cem estandes distribuídos em ilhas temáticas de Econegócios, Projeto Minas Franquias, Oportunidade Digital - Informática e Softwares, Marketing, Comunicação Visual, Publicidade e Propaganda, Entretenimento e Lazer - Novos Negócios, Franquias e Licenciamento, Máquinas e Equipamentos, Produtos e Serviços para Negócios em Alimentação, Serviços, Consultorias e Contabilidade, Moda, Beleza, Bem-estar e Porta a porta.