segunda-feira, 7 de agosto de 2017

QUANTO GANHA UM ADMINISTRADOR?
Descubra o salário inicial do administrador e até quanto esse profissional pode ganhar! O administrador é um profissional de grau superior que atua no planejamento, gerenciamento e acompanhamento das atividades de uma empresa.
Seja na gestão de seu próprio negócio, como empregado em uma organização ou como consultor independente, o administrador tem um vasto campo de trabalho e pode exercer inúmeras atividades em todos os setores da economia. Comércio, indústria, serviços, organizações não governamentais, setor público, instituições financeiras, hotelaria e saúde são alguns exemplos de instituições onde um administrador pode trabalhar.
Dentro de uma organização, o profissional formado em administração pode exercer funções como:
  • Administração financeira
  • Gestão de recursos humanos
  • Controladoria
  • Planejamento estratégico
  • Comércio exterior
  • Controle de custos
  • Gestão de informações
  • Marketing
  • Logística
  • Gestão ambiental
  • Controle de produção
  • Gestão de processos
  • Pesquisa de mercado
  • Elaboração de plano de negócios
Salário Mínimo Profissional do Administrador
Não existe um piso salarial mínimo único para profissionais da administração no Brasil. O Conselho Federal de Administração (CFA) sugere o salário de R$ 2.458 para quem inicia na carreira e pelo menos R$ 5.977 para profissionais com mais de dois anos de experiência.
A Federação Nacional dos Administradores (FENAD) publica uma “Tabela Orientativa para a Cobrança de Honorários sobre Serviços Técnicos Prestados por Administrador”. A tabela da FENAD define a unidade de trabalho como Hora Técnica (HT) de sessenta minutos à disposição do cliente e os valores variam de acordo com o porte da empresa que contrata o serviço. Segundo a tabela de honorários da FENAD, a hora técnica de administração financeira pode custar entre R$ 90 e R$ 312. Trabalhos de pesquisa, estudos, planejamento, seleção de pessoal, organização e administração de produção, entre outros, têm hora técnica entre R$ 224 e R$ 312.
Existe um projeto de lei em tramitação no Senado brasileiro (PL 6954/2010) para fixar o piso nacional de salários do administrador em R$ 4.500 (exceto para microempresas e empresas de pequeno porte).
No Estado do Rio de Janeiro, o piso salarial para administradores de empresas é de R$ 2.432, determinado pela Lei estadual 6.702 de 2014.  A Associação dos Administradores da Região de Campinas, em São Paulo, determina um piso salarial de R$ 1.918, com vale alimentação de R$ 19,56 por dia. Em Pernambuco, o Conselho Regional de Administração (CRA-PE) recomenda um salário mínimo de R$ 2.458 para a categoria, embora informe que a maioria das empresas não obedece a essa orientação.
Média salarial do administrador
O profissional da administração de empresas pode atuar em diversos cargos de diferentes departamentos nas organizações, ocupando desde o nível de analista e assistente, até o de diretor ou presidente. De acordo com o Guia de Profissões e Salários da Catho, as médias salariais desses profissionais são as seguintes:
Analista de cargos e salários: R$ 3.268
Analista de custos: R$ 3.566
Analista econômico financeiro: R$ 4.079
Analista de logística e suprimentos: R$ 2.484
Analista de mercado: R$ 3.029
Assistente administrativo: R$ 1.504
Assistente financeiro: R$ 1.663
Coordenador de contas a pagar: R$ 4.543
Gerente de pessoal: R$ 4.610
Chefe de produção: R$ 4.723
Gerente de tesouraria: R$ 7.309
Supervisor administrativo de vendas: R$ 2.883
Supervisor administrativo: 2.619
Supervisor de auditoria: R$ 3.935
Supervisor de projetos: R$ 4.858
Supervisor de recursos humanos: R$ 3.657
Gerente de planejamento financeiro e orçamento: R$ 5.960
Gerente de produto: R$ 7.840
Gerente  de recursos humanos: R$ 7.783
Gerente comercial: R$ 4.776
Diretor de recursos humanos: R$ 20.596
Diretor financeiro: R$ 18.556
Diretor comercial: R$ 16.916
Diretor presidente: R$ 13.928
Sobre a carreira de Administração
Por ser uma formação de caráter generalista, o curso superior de administração dá ao egresso a oportunidade de atuar nos mais variados setores da economia e oferece diversas possibilidades de especialização, tanto pela experiência de trabalho adquirida como por meio de cursos de pós-graduação. Além de atuar como empreendedor e autônomo, o administrador pode exercer suas atividades em departamentos de:
  • Marketing
  • Recursos Humanos
  • Finanças
  • Compras
  • Produção
  • Logística
  • Comércio exterior
  • Controladoria
  • Planejamento estratégico e outros
Entre as organizações em que o administrador pode trabalhar, estão:

  • Empresa própria
  • Consultoria
  • Agronegócio
  • Indústria
  • Telecomunicações
  • Serviços
  • Instituições financeiras
  • Escolas
  • Universidades
  • Institutos de pesquisa
  • Organizações Não Governamentais (ONGs)
  • Hotelaria
  • Hospitais
  • Clubes esportivos e recreativos
  • Cooperativas
  • Fundações
  • Órgãos públicos
Administrar é Criar Caminhos                                                       que levam à Excelência

segunda-feira, 31 de julho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Olá!

Estamos de volta com os cursos online do RH.com.br. Confira abaixo a agenda de para este mês de junho/2017:

Como Elaborar um Programa de Treinamento (7ª turma) :: 
Início em 22 de junho
A partir da proposta de um modelo de uma página, são tratados os principais elementos que compõem um programa de treinamento de curta duração, bem como as formas de análise e seleção das estratégias a serem utilizadas. Com uma abordagem voltada para a prática, você aprenderá como definir tema, objetivos, público-alvo, carga horária, conteúdo, metodologia e sistema de avaliação da aprendizagem.


Entrevista de Seleção – Planejamento, Execução e Análise (4ª turma) :: Início em 22 de junho
Neste curso, serão abordados desde o planejamento do roteiro e a elaboração das questões, passando pelos procedimentos que devem ser realizados durante a entrevista, finalizando com a análise dos resultados e a tomada de decisão. No material complementar, você terá diversos exemplos de questões que avaliam as mais diferentes competências, bem como exemplos de formulários que podem ser utilizados para análise e comparação dos candidatos.

Como Elaborar e Utilizar Questionários em Gestão de Pessoas (3ª turma) :: 
Início em 22 de junho
Coletar informações precisas é essencial para verificar a efetividade das ações realizadas por qualquer área de gestão. E um dos principais instrumentos de coleta de dados disponíveis para a área de Gestão de Pessoas é o questionário. Este curso vai apresentar os fundamentos básicos para elaboração e uso de qualquer questionário que você precisar na sua empresa, como por exemplo avaliação de treinamento, pesquisa de clima, avaliação de desempenho, comprometimento, entre outros.

Confira os detalhes de cada curso em nosso site:
www.academiarh.com.br

Estamos te aguardando!

Cordialmente,

Willyans Coelho
Diretor Executivo
RH.com.br




Você está recebendo esta mensagem por já ter participado de outros eventos conosco.
Mas caso não queira receber novas informações sobre os nossos eventos virtuais e cursos online, por favor, utilize o endereço abaixo:
http://www.rh.com.br/newsletter/mail/index.php/lists/at115fkxhl25d/unsubscribe/bb39829mhmfe5/pr361xewf27a3

RH.com.br :: Rua Compositor Antonio Maria, 58, Recife/PE, Brazil

 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

CAPTAÇÃO DE TALENTOS: UMA AÇÃO ESTRATÉGICA!

O que faz uma empresa competitiva contratar um profissional? Um bom currículo? 

Uma boa bagagem de competências técnicas? Hoje, é preciso muito mais do que
 isso para ingressar e permanecer em uma empresa que ofereça horizontes 
diferenciados como, por exemplo, ascensão profissional, sentimento de pertencimento
 e clima organizacional saudável. Para fazer parte de um quadro seleto, o talento
 precisa agregar diferenciais expressivos como competências comportamentais e a 
expertise de se adiantar aos problemas do negócio e apresentar soluções antes que 
um determinado problema
aconteça e prejudique as metas individuais ou coletivas.


Para falar sobre o assunto, o RH.com.br entrevistou Adriano Araújo, sócio-presidente da Br Talent. Segundo o especialista em carreira, os profissionais que não oferecem resultados ou os que entregam fora da cultura e dos valores, colocam a empresa em risco. "Perder talentos nunca é bom, independente de crise. Perdem-se pessoas, histórico, conhecimento, investimento e mesmo que você consiga substitui-las, ainda se corre o risco de preencher o cargo com alguém, que não se encaixe à cultura da empresa", alerta Adriano Araújo, ao ser indagado sobre os reflexos que a rotatividade pode gerar às empresa quando essas não conseguem controlar a perda de talentos. Durante a entrevista ao RH.com.br, Araújo pontua outros aspectos relevantes sobre a retenção de talentos. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

RH.com.br - Em um País aonde a alta taxa de desemprego tornou-se um pesadelo para os profissionais e tantas pessoas procuram recolocação, porém não encontram, falar em retenção de talentos não soa com uma contradição?
Adriano Araújo - Não, não soa. Perder talentos nunca é bom, independente de crise. Perdem-se pessoas, histórico, conhecimento, investimento e mesmo que você consiga substitui-las, você ainda corre o risco de preencher o cargo com alguém, que não se encaixe à cultura da empresa.

RH - Que tipo de talentos as empresas estão buscando reter?
Adriano Araújo - As empresa estão buscando reter os talentos que entregam resultados e que estão alinhados com a cultura e os valores organizacionais. São aqueles profissionais que ajudam a empresa a crescer e os que auxiliam dar a direção às companhias.

RH - Que profissionais as empresas não fazem questão de manter em seus quadros?
Adriano Araújo - Os profissionais que não entregam resultados ou os que entregam fora da cultura e dos valores, colocando a empresa em risco, como alguns que estão expostos com fraudes ou outros processos ilícitos.

RH - Rotatividade. Sem dúvida alguma, esse é um assunto que preocupa as organizações, pois gera gastos. Que ações são consideradas eficazes para reduzir a entrada e a saída dos talentos das empresas?
Adriano Araújo - Melhorar a atração e qualidade na escolha dos candidatos, escolher pessoas que estejam alinhadas e se identifiquem com os valores e cultura da empresa, sem dúvida alguma ajuda expressivamente a minimizar a rotatividade. Cuidar e fortalecer a cultura e clima organizacional, também aumenta o engajamento e a vontade de pertencer, dos colaboradores, deixando eles menos disponíveis para olhar para fora.
RH - Quem fatores contribuem para o aumento da rotatividade?
Adriano Araújo - Podemos destacar a falta de visão de futuro, falta de feedback, clima ruim, cultura nociva, falta de oportunidades, não ser ouvido ou incluído, deixar de acreditar na liderança da empresa, entre outros fatores.
RH - Que ações ajudam a reduzir a rotatividade, seja em médio ou longo prazo?
Adriano Araújo - Estar perto dos colaboradores, ouvi-los mais e sempre, conhecê-los além de um crachá, um cargo, levantar suas necessidades, expectativas, envolvê-los nas decisões e nas direções que a empresa seguirá. Os profissionais precisam sentir que trabalham em uma empresa que tem um modelo de gestar inclusiva e colaborativa.

RH - Área de Gestão de Pessoas. Como esta deve atuar diante de um índice elevado de rotatividade?
Adriano Araújo - Aproximando-se das áreas de negócios, assim como das demais áreas de backoffice, entender as demandas dos colaboradores, ouvi-los mais, e gerar convergência entre a estratégia da empresa e as expectativas dos talentos, que nela trabalham.

RH - Lideranças. Qual o papel desses agentes de opinião, quando o foco da pauta é rotatividade?
Adriano Araújo - Os líderes precisam ser exemplo, um bom exemplo, sendo justo, seus colaboradores não pedirão demissão da empresa, pedirão demissão de seus líderes, assim como, se ficarem, ficarão por causa de seus líderes. Eles precisam dar o norte, definir e desdobrar a estratégia, precisam estar perto de seus comandados, jogar junto, apoiar seus liderados, agregar valor e conhecimento.

RH - Na sua visão, qual a melhor profilaxia contra a rotatividade organizacional?
Adriano Araújo - Fazer com que os colaboradores queiram ficar, pensar no ambiente, clima, cultura, fazer com que os colaboradores acreditem na empresa, em seus líderes, sempre esperando o melhor, em ações ou nas intenções. Isso se chama confiança.


Palavras-chave: | rotatividade | desemprego | aprendizagem |