quarta-feira, 29 de julho de 2015

Inscrições para o Fies começam na próxima semana

As inscrições para o processo seletivo da segunda edição de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) serão abertas na próxima segunda-feira (3), pela internet. Os candidatos terão até quinta-feira (6) para fazer a inscrição. O cronograma e as regras desta edição do Fies estão em edital publicado na edição de hoje (27) do Diário Oficial da União.

O resultado da pré-seleção será divulgado no dia 10 de agosto, em chamada única. Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição na internet e completar o processo no estabelecimento de ensino e na instituição financeira. Quem não for pré-selecionado passa a integrar a lista de espera.

No final de junho, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que nesta edição seriam ofertadas 61,5 mil vagas, com prioridade para os cursos das áreas de engenharia, saúde e a formação de professores e para as regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste, excluído o Distrito Federal.


Taxa de juros

Nesta edição, entram em vigor as novas regras para o Fies anunciadas pelo Ministério da Educação, e os estudantes passam a ser selecionados de acordo com a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para os novos contratos, passa a valer a taxa de juros de 6,5%.

De acordo com o edital, o estudante poderá se inscrever em um único curso e turno de graduação dentre aqueles com vagas ofertadas no processo seletivo. Durante o período de inscrição, o estudante poderá alterar a opção de vaga.

Podem se inscrever no processo seletivo do Fies, conforme o edital, os candidatos que não tenham concluído curso superior, tenham participado do Enem a partir da edição de 2010, obtido média a partir de 450 pontos no exame e não tenham tirado nota 0 na redação.

Outro critério é que o candidato tenha renda familiar mensal bruta per capita de até 2,5 salários mínimos. Quem concluiu o ensino médio antes de 2010 pode participar mesmo que não tenha feito prova do Enem. Nesse caso, o critério para a classificação seguirá uma fórmula que leva em conta itens com renda familiar e raça.




Por: Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil
Edição: Valéria Aguiar
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Atenção: Volta às Aulas - 2015/2 - 03/08/2015


sábado, 25 de julho de 2015

Equidade de gênero no mercado de trabalho vai demorar 80 anos, indica estudo

Apesar do aumento de mulheres no mercado de trabalho nas últimas décadas, a equidade com os homens pode levar até 80 anos, segundo o Relatório Global de Equidade de Gênero, do Fórum Econômico Mundial. Para tentar diminuir esse tempo, equivalente a uma geração, pesquisa feita com líderes de 400 empresas ao redor do mundo indicou que três medidas prioritárias podem ser tomadas. Todas relacionadas ao engajamento da corporação na estratégia.

As medidas constam do estudo Women Fast Forward, feito pela consultoria Ernst & Young (EY) e apresentado hoje (9) no Rio de Janeiro. O trabalho indica como prioridade: “Iluminar o caminho para a liderança feminina, acelerar a mudança na cultura empresarial com políticas corporativas progressistas e construir um ambiente de apoio”, alicerçado no combate ao preconceito “consciente e inconsciente”, para aumentar o ritmo das empresas rumo à equidade.

De acordo com Tatiana da Ponte, sócia de Impostos da EY no Brasil, uma das principais vantagens da paridade é o ganho financeiro. Entre as empresas pesquisadas, 64% daquelas com melhores resultados econômicos encorajam suas funcionárias. Isso se deve, segundo ela, ao aumento da participação na tomada de decisões e favorece a visão global.

“Não é porque isso [a visão global] é mais da mulher ou do homem. É porque o aumento da participação gera diversidade. São opiniões diferentes subsidiando as decisões”, explicou.

Para desenvolver as estratégias, Tatiana esclareceu que é preciso definir oportunidades de progresso na carreira e dar exemplos. “Não adianta defender a diversidade e não ter mulheres nos conselhos, na direção”, disse. “As funcionárias precisam se ver nesses cargos para acreditar que dá para chegar lá”, completou. Outra medida, segundo ela, é a flexibilidade na carga horária, adotando prazos mais longos, por exemplo, para licença maternidade ou paternidade.

“Estamos caminhando para um momento em que não só a mulher tem que achar espaço no mercado de trabalho, o homem também tem que achar um espaço na família. Quando a divisão de tarefas for mais igual para os dois lados, todo mundo ganhará, principalmente, os filhos. A presença mais atuante do pai na formação dos filhos nos dá crianças mais fortes”, afirmou.

Outra pesquisa sobre a participação de mulheres no mercado de trabalho da EY apresentada hoje descobriu que a vivência no esporte pode ajudar nos negócios. Com base em 400 entrevistas, a consultoria identificou que, na hora de tomar decisões importantes, aquelas mulheres que foram atletas são mais determinadas, guiadas por valores éticos e pelo espírito de equipe.

“O esporte ensina habilidades de liderança intangíveis que não podem ser ensinados na escola”, disse Beth Brooke-Marciniak, vice-presidente de Políticas Públicas da EY e ex-atleta de basquete.

No Brasil, a ex-nadadora Fabíola Molina, com três medalhas olímpicas, que foi acompanhada por projeto de incentivo à presença de mulheres atletas no mundo dos negócios, confirma a tese. Desde 2013 ela dirige a própria empresa, de roupas de natação e moda praia, e afirma que o espírito de superação e a imposição de objetivos é fundamental para bater metas.

“Aprendi com o esporte, por exemplo que eu aplico na empresa, é a questão da perseverança, não desistir diante das dificuldades, porque no mundo corporativo, assim como no esporte têm muita”, contou Fabíola. “É preciso acredita no caminho e no seu potencial”, declarou.

Outras habilidades que são desenvolvidas pelo esporte são a capacidade de visão de longo prazo e de montar e manter as equipes motivadas, segundo as próprias entrevistadas.


Por: Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado


Fonte: Agência Brasil

Grupo Andrade Gutierrez abre inscrições para Programa Internacional Trainee 2016

O objetivo do Programa Internacional Trainee AG é formar profissionais com visão estratégica, estimulados constantemente a enfrentar os desafios que levarão a AG a assegurar seu crescimento


Estão abertas entre os dias 15 de julho e 31 de agosto as inscrições para o Programa Internacional Trainee AG 2016, do Grupo Andrade Gutierrez. Esta é a quinta edição do programa, voltado para a formação de jovens executivos da empresa. As inscrições estão abertas a candidatos de todas as nacionalidades e formações acadêmicas. As inscrições podem ser feitas pelo site.

O objetivo do Programa Internacional Trainee AG é "formar profissionais com visão estratégica, estimulados constantemente a enfrentar os desafios que levarão a AG a assegurar seu crescimento sustentável", conforme nota da própria companhia.


O programa

Um dos principais atrativos do programa é o job rotation internacional. Esta etapa permite que os trainees possam transitar em todas as áreas de negócios e mercados onde o Grupo Andrade Gutierrez atua no país e no exterior.

Outro diferencial é a participação direta dos executivos do Grupo. O envolvimento acontece nas etapas de recrutamento, no job rotation e no desenvolvimento dos contratados, por meio do coaching, com profissionais do mercado, e da tutoria, exercida pela alta liderança do Grupo Andrade Gutierrez, focada no desenvolvimento e aculturamento do profissional no Grupo.

Na primeira etapa, os contratados fazem uma imersão na Cultura AG, nos princípios de conduta do Grupo, ouvindo seus executivos e conhecendo seus diversos setores de atuação. Os trainees recebem acompanhamento de diversos profissionais ao longo de todo o programa. Na avaliação, são levados em conta a aderência à Cultura AG e o desempenho no processo.

Desde que foi lançado, em 2011, cerca de 80 profissionais já participaram do Programa Internacional Trainee AG, que tem como um dos destaques o alto índice de retenção dos profissionais na empresa.


A Andrade Gutierrez

A Andrade Gutierrez é uma multinacional brasileira que atua em diversos setores. Foi fundada em 1948 pelas famílias que dão nome à companhia e hoje se posiciona como a terceira maior construtora do Brasil e uma das maiores da América Latina. Recentemente, a companhia viu seu nome envolvido em denúncias relacionadas à operação Lava Jato, que investiga crimes de corrupção da Petrobras. Seu presidente, Otávio Marques de Azevedo, foi indiciado pela Polícia Federal no caso.


Fonte: Portal Administradores

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Por que as universidades deveriam banir o uso do Power Point

O uso do Power Point não aumenta o aprendizado ou melhora as notas dos estudantes - em vez disso, torna os alunos estúpidos e os professores enfadonhos.

Recentemente um artigo do The Conversation argumentou que as universidades deveriam banir o uso do PowerPoint porque ele torna os estudantes estúpidos e os professores enfadonhos. De acordo com o autor, a confiança nos slides contribui para a crença absurda de que esperar que os alunos compareçam às aulas, leiam livros, tomem notas e façam trabalhos é irracional.

Enquanto outro artigo aponta que os alunos preferem slides em vez de transparências de retroprojetor, o uso do Power Point não aumenta o aprendizado ou melhora as notas dos estudantes. O mesmo acontece com as transparências, o que também não torna o fator preferência um bom medidor da eficiência dos métodos.

Para o autor, as três razões principais que tornam os slides tóxicos são:


1. Slides desencorajam o pensamento complexo. "Eles encorajam os professores a apresentarem assuntos complexos usando tópicos, slogans, figuras abstratas e tabelas simples com mínimas evidências".


2. Os alunos passam a pensar no curso como um conjunto de slides. "Bons professores que apresentam complexidade realista e ambiguidade são criticados por serem pouco claros."


3. Slides desencorajam expectativas razoáveis. Os alunos esperam que os slides contenham todos os detalhes necessários para os projetos e testes. "Por que alguém iria perder tempo lendo um livro ou indo para a aula quando pode obter um 10 apenas foleando slides em casa, de pijama?"


Por que os slides são tão populares?

"As universidades medem a satisfação do aluno, mas não o aprendizado", escreve Paul Ralph. Tudo isso porque se as instituições avaliassem a eficiência educacional, em vez de focar na avaliação das preferências dos estudantes, o resultado não seria nada bom. Pesquisadores norte-americanos descobriram que um terço dos formados nos Estados Unidos não demonstraram melhora significativa no aprendizado durante a graduação. A pesquisa foi aplicada no começo, meio e fim dos cursos através do método Collegiate Learning Assessment, que testa habilidades que deveriam melhorar em qualquer nível - raciocínio analítico, pensamento crítico, resolução de problemas e escrita.

"Exames, dissertações e trabalhos de grupo ostensivamente medem o conhecimento ou habilidades. Aprender é a mudança no conhecimento e habilidades e, portanto, deve ser medido ao longo do tempo", conclui o autor.


Com informações do Business Insider.


Fonte: Portal Administradores.